Categoria: Sem categoria

  • Este conteúdo está protegido. Para aceder, por favor insira a senha abaixo.

  • Rumo à Estabilidade Económica

    Introdução

    O Euro é hoje em dia a moeda oficial em 20 países europeus e representa o clímax de um esforço hercúleo de integração e cooperação económica na União Europeia. Para que um país consiga adotar o euro como moeda, a União Europeia estabelece critérios rigorosos de convergência nominal para garantir estabilidade e resiliência económica.

    Neste artigo, exploraremos em detalhes esses critérios de convergência nominal, destacando a sua importância para a estabilidade económica na zona do Euro.

    Advertisements

    O que significa a convergência nominal?

    A convergência nominal é um processo fundamental que visa assegurar a harmonização das condições económicas e financeiras entre os países da zona Euro.

    Assim, é esperado que os países atinjam metas económicas comuns.

    Para que isto aconteça os países membros devem trabalhar em direção a essa série de metas económicas e financeiras comuns, a fim de garantir a estabilidade e evitar desequilíbrios prejudiciais para a moeda única.

    Imagine-se que um conjunto de países com níveis problemáticos de inflação (por exemplo) se juntam ao euro. Isso não terá efeitos prejudiciais na estabilidade económica de todos os outros Estados membros? É isso que se quer evitar com um processo de convergência nominal bem-sucedido.

    História

    A assinatura do Tratado de Maastricht, em 1992, oficializa a criação de uma União Económica e Monetária, que culminaria na instituição de uma moeda comum, o Euro.

    Em 1999, o euro foi adotado como moeda escritural por 11 Estados membros. Que condição reunião esses 11 países? À data, somente eles cumpriam as condições exigidas para a adesão ao Euro, os chamados critérios de convergência nominal.

    Os países fundadores do euro foram a Bélgica, a Alemanha, a Irlanda, a Espanha, a França, a Itália, o Luxemburgo, os Países Baixos, a Áustria, Portugal e a Finlândia. Atualmente, a Área Euro é um grupo de 20 países.

    • 1999 – 11 Estados membros da União Europeia adotam o Euro como moeda comum

    • 2000 – Grécia junta-se à Área Euro

    • 2007 – Eslovénia junta-se à Área Euro

    • 2008 – Chipre e Malta juntam-se à Área Euro

    • 2009 – Eslováquia junta-se à Área Euro

    • 2011 – Estónia junta-se à Área Euro

    • 2014 – Letónia junta-se à Área Euro

    • 2015 – Lituânia junta-se à Área Euro

    • 2023 – Croácia junta-se à Área Euro

    Advertisements


    A Dinamarca e a Suécia assinaram uma cláusula de exclusão que os dispensa de adotar a moeda única.

    O que acontecerá aos restantes Estados membros da União Europeia que estão fora da área do euro (Polónia, República Checa, Hungria, Roménia e Bulgária)? Estes países ainda não reúnem as condições de adesão à moeda única, no entanto, mal reunidas as condições, eles juntar-se-ão à Área do euro.

    Advertisements

    Os Critérios

    Em concreto, que critérios são estes que temos falado?

    De forma a adotar o Euro como sua moeda oficial, os países da zona do Euro devem cumprir com os seguintes Critérios de Convergência Nominal:

    Inflação

    O país candidato deve manter uma taxa de inflação média, medida pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC), que não exceda em mais de 1,5% a média das três taxas de inflação mais baixas dos países membros da UE.

    Défice Orçamental

    O país deve manter um défice orçamental anual não superior a 3% do seu Produto Interno Bruto (PIB).

    Caso contrário, deve estar em um caminho de correção sustentável em direção a esse objetivo.

    Dívida Pública

    O país deve manter uma dívida pública que não exceda 60% do PIB.

    Caso contrário, deve estar em um caminho de correção sustentável em direção a esse objetivo.

    Taxas de Juro

    O país candidato não deve observar taxas de juros de longo prazo que excedam em mais de 2 pontos percentuais a média das taxas de juro de longo prazo dos três países membros da União Europeia com melhor desempenho em termos de estabilidade de preços.

    Taxas de Câmbio

    As taxas de câmbio do país em questão devem permanecer dentro das margens normais de flutuação do Sistema Monetário Europeu (SME) por pelo menos dois anos.

    O país deve evitar proceder a desvalorizações da sua moeda nesse mesmo período de dois anos.

    Legislação

    O país deve adotar legislação específica para garantir a independência do seu banco central e a estabilidade dos preços.

    Advertisements

    Importância

    Os critérios de convergência nominal desempenham um papel crucial na garantia da estabilidade económica na zona do Euro.

    Ao exigir que os países membros atendam a esses rigorosos critérios económicos antes de adotar o Euro, a União Europeia procura minimizar os riscos de desequilíbrios que poderiam afetar a moeda única se um conjunto de países com condições económica heterogéneas formassem uma zona de moeda comum. Isto ajudará, futuramente, a aplicação de uma política monetária coesa e bem-sucedida.

    Os Critérios de Convergência Nominal ajudam, então, a manter a confiança dos investidores, promovendo a estabilidade financeira e o crescimento económico na região.

    Limitações

    As críticas comumente dirigidas aos Critérios de Convergência Nominal apontam para o produto natural da sua aplicação, o esforço económico dos países que desejam adotar o Euro, como um potenciador de austeridade e privação económica.

    Para cumprirem os Critérios, os países tiveram de adotar políticas económicas mais restritivas, tal como o controlo do Orçamento do Estado, que poderá levar a uma menor intervenção do Estado na área social.

    “O euro também não serve Portugal, pois não só agravou a crise, como torna muito mais difícil ultrapassá-la. Devemos pois abandonar este projeto utópico.”

    João Ferreira do Amaral, XXI Ter opinião 2013, Fundação Francisco Manuel dos Santos

    Conclusão

    Os critérios de convergência nominal são uma parte fundamental do processo de adesão ao Euro na zona do Euro.

    Ao garantirem que os países membros estão numa posição sólida do ponto de vista económico antes de adotar a moeda única, os Critérios de Convergência Nominal contribuírem para a estabilidade, confiança e, em última instância, para o sucesso do projeto Europeu.

    Advertisements
  • Será que a base da ciência económica está baseada num modelo irreal?

    É o sonho de qualquer economista clássico.

    A ideia de um mercado de concorrência perfeita leva-nos para um mundo onde os mercados são eficientes, sensíveis à mudança das nossas preferências e, portanto, maximizam o bem-estar da sociedade.

    Um mundo ideal.

    Assim, convido-vos a uma investigação mais profunda sobre um tema que qualquer livro de Economia A comercializado em Portugal apresenta, o de mercado de concorrência perfeita.

    Mais, convido-vos a perceberem, de raiz, o conceito de mercado de concorrência perfeita para, posteriormente, dominarem qualquer item que o IAVE vos colocar à frente durante o Exame Nacional de Economia A!

    Photo by Quintin Gellar on Pexels.com
    Advertisements
    1. Será que a base da ciência económica está baseada num modelo irreal?
    2. Importância
    3. História
    4. O que é?
    5. Checklist!
    6. Limitações
    7. O que saber para o Exame?
    Advertisements

    Importância

    Por que razão tenho de aprender o que é um mercado de concorrência perfeita?

    Queres seguir esta área na Universidade?

    Ter uma visão sólida e compreensiva deste tipo de mercado ajudará qualquer futuro aluno universitário de Economia, Gestão, Marketing, entre outros, uma vez que esta é a base escolhida para inúmeros modelos económicos que aprenderão nessa etapa da vossa vida.

    Queres dominar a Unidade 4 de Economia A?

    Além disso, para estudar o mecanismo de mercado, como fazemos no Ensino Secundário, é importante saber o que é concorrência perfeita. Isto acontece porque o mecanismo de mercado só funciona completamente neste contexto.

    Queres ter boa nota no Exame de Economia A?

    Por fim, e para quem ainda não está convencido da importância do tópico, o conceito é mencionado mais de 35 vezes nos Exames Nacionais de Economia A! Se queres ser bem sucedido no Exame, tens de perceber o que é um mercado de concorrência perfeita.

    História

    • 1778

      Adam Smith, o pai da Ciência Económica, apresenta a ideia de um mercado de concorrência perfeita e alega que esse tipo de mercado maximiza o bem-estar social.

    • 1890

      A ideia é desenvolvida por Alfred Marshall, um importante economista britânico, no seu livro Principles of Economics.

    • 1921

      Frank Knight, um economista dos Estados Unidos da América, aprofunda o modelo teórico de concorrência perfeita.

    • 1948 

      Friedrich Hayek ataca a ideia no seu livro Individualism and Economic Order.

    Advertisements

    O que é?

    O mercado de concorrência perfeita é um tipo de mercado que é caracterizado por 5 características, sendo elas: atomicidade, homogeneidade, liberdade de entrada e saída, transparência e mobilidade dos fatores de produção.

    Assim, para compreendermos o que é um mercado de concorrência perfeita temos de compreender o que é um mercado e todas as cinco características que fazem de um determinado mercado, um mercado de concorrência perfeita.

    Definição de Mercado

    Um mercado corresponde a qualquer situação onde possíveis compradores e vendedores de um certo bem entram em contacto no sentido de estabelecer uma troca comercial.

    5 características de um Mercado de Concorrência Perfeita

    Atomicidade

    O mercado é constituído por um número elevado de produtores e consumidores de pequena dimensão.

    Assim, nenhum consumidor ou produtor consegue, individualmente, influenciar o equilíbrio de mercado, isto é, o preço e a quantidade a transacionar de um bem.

    Advertisements

    Homogeneidade

    Todas as empresas num mercado vendem bens homogéneos, ou seja, bens idênticos em características e finalidade.

    Quando há homogeneidade, os bens não apresentarem diferenças significativas entre eles e são percepcionados pelos consumidores como iguais.

    Liberdade de Entrada e Saída

    O modelo assume que todas as empresas são livres de entrar ou sair da indústria, isto é, não há qualquer barreira legal, cultural ou logística que impeça uma empresa de entrar no mercado.

    Advertisements

    Informação

    Todos os participantes do mercado têm conhecimento do preço praticado e há transparência no mercado.

    Isto faz com que o consumidor tenha a noção relativa dos preços, isto é, se uma determinada empresa está a cobrar um preço maior ou menos que o preço médio da indústria.

    Mobilidade

    A utilização dos fatores produtivos pode ser alterado sem restrições.

    Assim, se uma empresa quiser alterar o seu processo produtivo, consegue mudar a forma como emprega os fatores produtivos sem qualquer fator impeditivo.

    Advertisements

    Checklist!

    Agora é hora de sintetizarmos todas estas cinco características numa só definição de mercado de concorrência perfeita.

    Um mercado de concorrência perfeita é um modelo teórico que se verifica quando um determinado mercado é caracterizado pela sua atomicidade, homogeneidade dos bens transacionados, liberdade de entrada e saída dos intervenientes, transparência e mobilidade dos fatores produtivos.

    ← Back

    Your message has been sent

    Avalia um mercado…

    O mercado que estou a analisar…
    (obrigatório)

    Se conseguiste selecionar todas as opções, o teu mercado é de concorrência perfeita.

    Mas eu duvido que consigas. Porquê? Atenta na próxima secção…

    Limitações

    A limitação mais evidente deste modelo é a sua excessiva exigência teórica.

    É muito difícil encontrarmos nas economias reais exemplos de mercados de concorrência perfeita. Para alguns, esta ideia de mercado é uma idealização irrealista.

    Advertisements

    Conseguimos aceitar o critério de atomismo como sendo realista? Afinal de contas, há produtores com maior dimensão que outros. No mercado de telemóveis, por exemplo, não podemos equiparar a dimensão da Apple e a da Motorola, muito menos podemos afirmar que a Apple não consegue influenciar o preço de telemóveis no mercado, isto é, que não tem poder de mercado.

    Na realidade, existem economias de escala e outros incentivos que fazem com que os agentes económicos procurem aumentar a sua dimensão e controlo de mercado, eliminando a sua atomicidade.

    Conseguimos aceitar o critério de homogeneidade como verdadeiro? Hoje em dia, para extrair o máximo de poder de mercado possível, as empresas são capazes de diferenciar todo o tipo de produtos. Apresentam o sabonete de morango como completamente diferente do de lavanda.

    Como consumidor, concordas que comprar pasta de dentes é igual independentemente do seu produtor? Se a resposta é não, não achas que esse bem é homogéneo.

    Conseguimos aceitar o critério de liberdade de entrada e saída do mercado como racional? Em alguns casos, a entrada e a saída de empresas podem ser restringidas por barreiras regulatórias ou legais. Por exemplo, obter uma licença para operar um táxi pode ser difícil e caro, o que limita o número de empresas nesses mercados. Da mesma forma, as leis de ordenamento do território podem limitar os tipos de negócios que podem operar em uma determinada área.

    Conseguimos aceitar o critério de transparência como certo? Como consumidor, sabes o preço praticado por todas as empresas de água engarrafada? Como produtor, a informação sobre o processo produtivo, custos e preços dos teus concorrentes é perfeita? Provavelmente, se estamos a falar de um mercado no Planeta Terra, a resposta é não.

    Por fim, conseguimos aceitar o critério de mobilidade dos fatores produtivos como verdadeiro? Se sim, significaria que uma mega fábrica de roupa e têxteis poderia mudar instantaneamente para uma universidade sem qualquer custo impeditivo. Não haveria nenhum custo inicial ou de transporte associado à alteração dos fatores produtivos.

    [O mercado de] concorrência perfeita é um mercado idealizado de empresas atomísticas que tomam o preço como garantido.

    Na verdade, embora sejam facilmente analisáveis, essas empresas são difíceis de encontrar. Quando compras o teu carro da Ford ou da Toyota, os teus hambúrgueres do McDonald’s ou da Wendy’s, ou o teu computador da Dell ou da Apple, estás a lidar com empresas grande o suficiente para afetar o preço de mercado.

    De facto, a grande maioria dos mercados é dominada por um conjunto de grandes empresas, muitas vezes apenas duas ou três.

    Bem-vindo ao mundo em que vivemos, o mundo da concorrência imperfeita

    Paul A. Samuelson e Willian D. Nordhaus, Economia, 19ª edição, (The McGraw-Hill series economics) (Adaptado)

    Se estamos a falar de um modelo tão irrealista qual poderá ser a razão para o termos de estudar?

    Os defensores do mercado de concorrência perfeita alegam que o modelo representa um conceito teórico e ideal de estrutura de mercado que não serve para representar os mercados atuais mas sim para entender como as empresas se comportam, de forma geral.

    Advertisements

    O que saber para o Exame?

    No fundo, para arrasar com qualquer pergunta sobre este tópico no Exame só precisas de entender que um mercado de concorrência perfeita reúne todas as cinco características teóricas que mencionámos.

    Identifica o que não é concorrência perfeita!

  • 14 Dias. Não só é o nome do site que te vai ajudar com a preparação do Exame Nacional de Economia A, como também é o número de dias que tens para te preparar para o mesmo.

    O artigo de hoje vai ser um pouco menos informativo e muito mais sugestivo! Estamos a uma semana do exame e provavelmente já sabes que deves estar na tua escola às 9 horas (ou antes) para começar o exame às 9h30min, ou que, este ano, vais ter 14 itens obrigatórios e 10 itens “opcionais” para responder, ou que deves levar calculadora científica.

    Mas sabes a matéria? Se sim, continua a treinar e a praticar para assegurares que a dominas no dia 9 de julho, se não, treina e pratica de forma mais intensiva nesta reta final para o exame. Para qualquer das opções, usem e abusem dos recursos do nosso site!

    O que posso fazer em 14 dias?

    Resolver 28 Exames!

    Se fizeres apenas 2 exames por dia, consegues fazer 28 exames só neste período! Isso são quase todos os exames desde 2010!

    Se não quiseres dormir, nem comer, nem sair da secretária, aí consegues realizar 84 exames!

    Mas não te preocupes, queiras fazer 3 ou 30 exames, o 14dias.org publica todos os Exames de Economia A que já foram feitos em Portugal!

    Estudar a matéria toda, pelo menos uma vez!

    Tens 14 dias até ao Exame, se estudares uma Unidade por dia, só precisas de gastar 12 dias para essa revisão geral!

    Estudar a matéria de novo é importante para complementar uma fase final de testagem e de realização de exercícios.

    Fazer mais de 20 horas de Exercício Físico!

    Estudos indicam que a prática de Exercício Físico também ajuda a capacidade de retenção da matéria e facilita o processo de aprendizagem.

    Assim, até te podes abstrair daquele exercício de Contabilidade Nacional que não lembra a ninguém!

    Fazer todos os Testes Originais de Economia A do 14dias.org!

    Só temos 9 Testes Originais (ainda)! Nem são precisos os 14 dias inteiros!

    Tenta aproveitar estes Testes completamente inéditos para praticar os teus conhecimentos de Economia.

    Relaxar

    Por mais que estudes, um mau estado psicológico não te ajudará dia 9 de julho! Tenta balançar o teu estudo intensivo (e final) de Economia A com bons momentos de relaxamento.

    Faz as tuas apostas!

    Será que consegues adivinhar aquilo que vai sair no exame?

    ← Back

    Your message has been sent

    O que vai sair no Exame este ano?

    (Lembra-te que há 24 itens no Exame Nacional de Economia A)
    (required)

  • Exames Opcionais 2021

    IAVE, quando é que te decides? Estás à espera de ordens do Ministério da Educação? Do Governo? Da Direção Geral da Educação? Do Presidente da República?

    Como aluno, segue o meu parecer: de acordo com o sistema atual de ensino, admito que os exames devem ser opcionais.

    Contudo, quero fazer deste artigo um momento de discussão, por isso, além de aceitar sugestões de todos vós para adicionar a esta publicação, vamos fazer um conjunto de benefícios e um conjunto de defeitos, os prós e os contras.

    Advertisements
    Advertisements
    Prós
    Exames Opcionais – Vantagens
    • Pandemia

    A pandemia limita a aprendizagem total dos conteúdos e, como tal, não podemos esperar um ambiente normal de avaliações.

    • Contágios

    A diminuição dos contágios passa também por deixar cada um realizar menos exames do que o esperado/normal.

    Photo by Martin Lopez on Pexels.com
    • Motivação

    Os alunos podem não ter qualquer interesse em realizar os exames, o que limita ou dificulta o alcance dos resultados desejados.

    Uma decisão feita no verão que sucede o 9º ano de escolaridade pode revelar ser uma decisão errada. O curso que escolhemos pode, afinal, não ser o curso que queremos seguir ou que temos interesse.

    Desta forma, obrigar os alunos a realizar exames cujas disciplinas não lhes despertam qualquer interesse já é desmotivador, quanto mais num ano em que não devíamos ter de o fazer!

    • Foco

    Se permitirem uma diminuição do número de exames a realizar, possibilitam que os alunos se foquem mais no(s) exame(s) que, efetivamente, vão realizar.

    • Stress

    Vamos ser honestos: os Exames Nacionais são os momentos de avaliação mais importantes e decisivos do nosso percurso escolar. Portanto, são grandes momentos de stress.

    Olhemos, agora, para o mundo que nos rodeia: todos nós passamos por uma altura de incerteza, tristeza e stress. Não é necessário sobrecarregar mais os alunos com Exames Nacionais obrigatórios!

    Mais conteúdo de qualidade:

    • Liberdade

    A escolaridade não deve ser um lugar de doutrinação nem de criação de máquinas que servem apenas para acatar ordens. Hoje em dia, precisamos de capacitar os nossos alunos com a autonomia para realizar as suas próprias decisões e prepará-los, assim, melhor para o mercado de trabalho e para a vida em geral.

    Logo, não devemos impor os exames que os alunos devem realizar, dado que só eles devem decidir. Se o fizermos, estamos a boicotar o seu poder de decisão.

    • Injustiças (inerentes ao contexto educacional atual)

    Os exames são demonstrações de riqueza visto que favorecem aqueles que têm uma estrutura socioeconómica favorável que lhes consiga fornecer bens ou serviços de preparação, enquanto aqueles que não a têm não conseguem suportar tais custos e, como tal, estão menos preparados.

    Advertisements
    Contras
    Exames Opcionais – Desvantagens
    • Educação

    A educação não deve parar com a pandemia. Os Exames são objetos de avaliação que, como tal, possibilitam a aprendizagem e não devem sofrer com a pandemia.

    • Igualdade

    Os Exames são importantíssimos para que haja igualdade e coesão entre as notas internas e as notas finais.

    Isto é, há escolas que aumentam, artificialmente, as notas dos seus alunos. Os Exames servem, então, para garantir que todos os estudantes do ensino secundário são testados sob as mesmas condições, e, portanto, igualam o contexto e permitem uma avaliação justa.

    • Avaliações coesas

    Para que serve um currículo nacional se depois as avaliações são meramente realizadas a nível local? (Todas as escolas com um testes diferentes) A escolaridade obrigatória merece, pelo menos, este momento de avaliação obrigatório.

    Photo by Daria Shevtsova on Pexels.com
    Diga-nos de sua justiça!

    Que opinião tem acerca dos Exames deste ano? Diga-nos a sua opinião e os seus argumentos!

    Advertisements

    É a favor dos Exames Obrigatórios ou contra? Este artigo mudou a sua opinião?

    Ajude-nos, também, a completar este artigo!

    ← Back

    Your message has been sent

  • A Melhor Lei de Economia A:

    Lei de Engel

    Ernst Engel (1821-96) foi um economista alemão que revolucionou o estudo económico e estatístico. Tanto que a lei que criou perdura em todos os livros de Economia A da atualidade, em Portugal.

    Mas quem foi Ernst Engel? O que estudava em concreto? Como chegou à conclusão que chegou? Que conceitos económicos estão por detrás desta descoberta? Que aplicações práticas tem a sua lei? E, mais importante, o que é que eu tenho de saber sobre esta lei para o Exame Nacional?

    Advertisements
    O Estudo. A Descoberta.

    Em meados do século XIX, Ernst Engel decidiu investigar as despesas das Famílias com o consumo de bens e serviços. Assim, escolheu estudar a estrutura de consumo de 199 famílias belgas, ou melhor, a forma como estes agregados familiares gastavam o rendimento que conquistavam. Simples. Bastava observar em que grupo de despesas de consumo é que as famílias gastavam mais e menos dinheiro. Seria no vestuário? No lazer? Em cultura? Em despesas de saúde?

    Ora, durante a realização do seu estudo, o economista reparou que havia uma correlação entre o rendimento das famílias e as suas despesas em alimentação, ou, para ser mais concreto, o peso que as suas despesas em alimentação tinham sobre o conjunto de despesas de consumo. Que relação seria esta?

    Para a descobrirmos, devemos ter um especial cuidado em discernir as despesas de alimentação, medidas em unidades monetárias, e o peso destas no conjunto de despesas de consumo, ou melhor, a quantidade (em percentagem) do total das despesas de consumo que é feita somente em alimentação.

    As Despesas em Alimentação

    A alimentação é uma necessidade. Aliás, é, como já estudaste, uma necessidade primária – fulcral para a sobrevivência do Homem. Assim, uma parte das despesas familiares tem de ser alocada à comida. Até aqui, tudo bem.

    Advertisements

    Pensemos, agora, sobre o consumo de alimentos de acordo com o nível de rendimentos de cada um. Uma pessoa com menos recursos monetários não tem de comer necessariamente menos que uma pessoa com mais recursos monetários. Embora seja importante salvaguardar que a quantidade e o tipo de consumos entre estas duas classes de consumidores é diferente (ora, as famílias mais ricas costumam comprar mais alimentos, porque têm essa capacidade, e substituir o consumo de alimentos mais simples com alimentos mais complexos, elaborados ou prestigiados, que aumentam as suas despesas), o dinheiro gasto em consumo de bens alimentares não sofre grandes assimetrias entre as pessoas com mais e menos rendimentos.

    A relação entre os rendimentos e as despesas alimentares

    Assim, à medida que os rendimentos das famílias aumentam, estas vão aumentar as despesas em alimentação, nem que seja pela simples alteração dos alimentos que adquirem (de alimento baratos para alimentos mais caros). Contudo, este aumento não acompanha o crescimento dos rendimentos, portanto, o peso das despesas de alimentação no total das despesas diminui.

    Daqui nasce a Lei de Engel:

    Advertisements

    Quanto mais baixo for o rendimento de uma família, mais elevada é a percentagem que as despesas de consumo em alimentação representam em relação ao total das despesas de consumo dessa família.

    – Lei de Engel

    Ernst Engel

    Nota: Lembra-te que o coeficiente orçamental é a percentagem que se obtém dividindo as despesas de consumo de uma determinada rubrica pelo valor total das despesas de consumo.

    Um dos fascínios que tenho por esta lei é a sua utilidade. Não só podemos usá-la para analisar os rendimentos de meros agregados familiares, como também conseguimos aplicar a lei para comparar e analisar a evolução do nível de rendimentos de regiões ou mesmo de países inteiros!

    Photo by Artem Beliaikin on Pexels.com
    Ligações económicas

    Falta-nos estabelecer as conexões entre esta lei e outros conhecimentos de Economia!

    Ora, analisemos os conceitos que não são abordados em Economia A e que estão associados a esta teoria tão engenhosa (não te preocupes, são conhecimentos simples, intuitivos e com aplicações reais e práticas no quotidiano).

    Começamos pela inelasticidade! Esta ideia consiste em admitir que existem certos bens ou serviços cuja procura (quantidade de bens que os compradores têm interesse em adquirir) não sofre grandes alterações pelo aumento ou diminuição do preço do bem, ou seja, os consumidores não ligam muito ao preço destes produtos. Estamos a falar (de certa forma) dos bens alimentícios.

    O preço do pão não nos interessa muito porque precisamos dele na mesma e vamos ter de o adquirir na mesma. O caso da água é semelhante. Os serviços médicos de urgência são parecidos: ninguém vai decidir na ambulância, depois de ter tido uma complicação de saúde inesperada, regatear ou analisar o preço de um tratamento médico de urgência (penso eu).

    Advertisements

    Bens cuja procura é (algo) inelástica

    Assim, a procura de bens alimentares é inelástica (até um certo ponto). No caso da Lei de Engel, falamos de uma inelasticidade relacionada com os rendimentos que nos diz, por exemplo, que não é por nos aumentarem os salários que vamos consumir muito mais pão ou água.

    Outro dos conceitos que esta lei nos ensina é o de bens normais, inferiores e superiores, que é abordado de forma ligeira em Economia A. Talvez esta tabela te ajude a perceber:

    100020003000
    Bens Inferiores12010080
    Bens Normais50100150
    Bens Superiores20100180
    Quando os rendimentos de uma família são de 1000 unidades monetárias, esta consome 120 unidades de bens inferiores. Quando os rendimentos são de 2000, consome 100 unidades. E assim em diante!

    Desta forma, os bens inferiores são bens que contrariam um pouco o senso comum (e a lei da procura) uma vez que a sua procura diminui com o aumento dos rendimentos dos consumidores. Os bens normais agem de forma natural, logo, o aumento ou diminuição dos rendimentos causam um aumento ou diminuição da procura do bem, respetivameente. Por fim, a procura de bens superiores aumenta mais que a de bens normais na eventualidade de um aumentos de rendimentos, como bens de luxo.

    Imaginemos um bem de má qualidade que somos obrigados a adquirir por causa de uma crise económica, por exemplo. Um bem que ninguém goste de usar mas que, pelas más circunstâncias financeiras, somos obrigados a adquirir, pelo seu preço mais baixo. É fácil compreender que se os nossos rendimentos aumentarem, deixamos de adquirir esse bem: substituímo-lo por um bem similar mas que realmente gostemos de usar. Isto seria um bem inferior!

    Pensemos no exemplo contrário: um bem superior. Produtos de luxo são, de facto, bens superiores que, quando temos baixos rendimentos, dispensamos. Todavia, à medida os nossos rendimentos aumentam, vamos ter cada vez mais possibilidades de os adquirir.

    Estes conceitos complementam perfeitamente a Lei de Engel e expandem o nosso conhecimento económico.

    Mas voltemos ao assunto que realmente está em risco de sair no teu exame nacional de Economia A: a Lei de Engel.

    O que é que tens de saber sobre a Lei de Engel para o Exame?

    Advertisements
    O que temos de saber para o Exame Nacional?

    Uma longa pesquisa foi feita em vosso nome. Quis saber quais são os conteúdos sobre esta matéria que saem regulamente no Exame. Aqui seguem essas informações:

    Note-se que utilizámos as informações presentes nos critérios de correção dos exames, para que tenhas à tua disposição informação proveniente de fontes 100% seguras, neste caso, dos criadores do teu próximo exame, o IAVE.

    Lei de Engel (tese)
    Se te pedirem para referires a Lei de Engel, o que é improvável (a meu ver), o que tens de dizer?

    “À medida que o rendimento das Famílias aumenta, vai decrescendo o peso das despesas em alimentação no total das despesas de consumo, aumentando, por sua vez, o peso das outras rubricas [e vice versa]”

    IAVE

    Consequências do Aumento de Rendimentos na Estrutura de Consumo
    Um acréscimo do rendimento das famílias provoca normalmente:

    • “O acréscimo do rendimento das famílias provoca, em geral, o aumento (do total) das despesas de consumo, considerando-se tudo o resto constante (ou considerando-se os preços constantes)”;
    • “Redução do peso das despesas em alimentação relativamente ao total das despesas de consumo”;
    • “Aumento do peso de outras rubricas no total das despesas de consumo”.

    – IAVE

    O contrário também se verifica.

    Inverso da Lei de Engel
    “Atendendo à Lei de Engel, perante a diminuição continuada do peso das despesas em alimentação e bebidas não alcoólicas, verificada num dado período, é possível inferir que o rendimento disponível das famílias terá aumentado. Isto é, a proporção das despesas em alimentação relativamente ao total das despesas de consumo é superior nas famílias com menores rendimentos” – IAVE

    Poupança e Lei de Engel
    Infelizmente, Engel não conseguiu expandir esta lei para a poupança. Posto isto, sempre que o IAVE ou o(a) teu(tua) professor(a) referir a poupança, deves ignorar (sob pena de errares o exercício)! A Lei de Engel aplica-se às despesas de consumo e não às despesas com poupança. Assim o peso da poupança no total do gasto de rendimentos deve ser ignorado. Considera apenas as despesas de consumo e lembra-te: a poupança não é consumo!

    Advertisements

    Boa Sorte!

    Obrigado por apoiares o nosso projeto!

  • O que fazer durante o confinamento?

    Get productive – 10º, 11º e 12º anos (e até 9º ano)

    11º e 12º Anos 10º Ano 9º Ano

    COVID-19

    O que é ser produtivo? É trabalhar sem parar durante um período que, supostamente, equivale às nossas “férias”? Ou é equilibrar os teus momentos de concentração e de relaxamento?

    No dia 21 de janeiro de 2021, o governo anunciou que iria suspender as atividades letivas por 15 dias. (Honestamente, fiquei desiludido. Toda a gente sabe que o período ideal de tempo são 14 dias.) O raciocínio do Governo, no meu ponto de vista, não faz sentido. Esta interrupção apenas servirá para garantir um desgaste e cansaço futuro, visto que estes 15 dias vão ser descontados das nossas interrupções letivas já calendarizadas. Ou melhor, se reduzirem as férias ou aumentarem o período letivo, nada mais farão do que cansar os alunos. Contudo, quem sou eu para julgar as ações de um Governo que estará, decerto, a fazer o tudo o que pode para combater a pandemia?

    Passou-se uma semana (mais coisa menos coisa) desde o anúncio da decisão, e, assim, aqui seguem as nossas sugestões para este confinamento!

    Advertisements

    11º e 12º Anos

    De facto, enfrentas um desafio à altura. Exames. Universidades. Mercado de Trabalho. Trabalhos de Pesquisa. Tarefas. Tu tens de conciliar todas estas obrigações!

    Como tal, pedimos que olhes para o teu futuro. Futuro esse que, até ordem contrária, passa por dois momentos de avaliação escrita: os Exames Nacionais. Assim, faz sentido começar a pensar em como os vais resolver.

    A nossa sugestão: procura precavê-los. Os Exames Nacionais são um momento importantíssimo nas nossas vidas educativas e merecem que neles depositemos o nível de seriedade que merecem.

    • Começa a fazer resumos;
    • Toma notas das aulas da RTP Ensina/ Estudo em Casa;
    • Ouve programas de rádio sobre a matéria;
    • Etc.

    Não precisas de realizar um estudo intensivo, mas a rememoração de conhecimentos que podem estar esquecidos ajudará imenso daqui a 5 meses!

    Mais conteúdo de qualidade:

    Os exames correrão bem se estiveres preparado. Expandindo a técnica dos 14 dias para um período tão alargado de tempo, como o que falta para os Exames Nacionais, sugerimos que esta seja uma altura de aprendizagem e revisão da matéria (que precede um período de teste e de prática). Ou seja, aconselhamos que te prontifiques, agora, a saber a matéria (e não a decorá-la), para que, mais tarde, comeces a testar a mesma através de exercícios do manual, caderno de atividades, internet, testes anteriores, exames anteriores, livros de apoio escolar, etc.

    Tal como dividimos os 14 dias em 7 de preparação e 7 de treino, nestes 5 meses que faltam até aos exames temos de começar pelo período da preparação para, depois, começar o período de treino e de teste.

    Advertisements

    Contudo, notem que estamos de “férias”… Por isso, não faz sentido passar o dia todo a trabalhar/ estudar, isso só te cansará mais, pois entrarás num período de aulas (que deverá ser aumentado) sem o devido descanso. Relaxa e investe tempo nas tuas paixões e hobbies.

    Olhemos, então, para as 24 horas do dia. Guardemos 10 horas para a hora do sono (eu sei que esta estimativa idealiza a quantidade de horas que nós dormimos) e partilhemos as 14 horas que sobram para o estudo e descanso. Isto dá 7 horas de estudo por dia, mais que suficiente!

    Estuda o que tiveres de estudar, uma vez que não sabemos se vamos ter mais oportunidades de estudar calma e serenamente, e repousa o quanto precisares. Desde que não dês primazia a somente um deles, tudo correrá bem!

    Trabalhem e descansem

    10º Ano

    É verdade, não me esqueci de ti, iniciante do secundário.

    Tu não tens exames este ano. Então, o que fazes? Que sugestão tenho para ti?

    Se não tiveres nada para estudar ou trabalhos por adiantar, sugiro que olhes para o teu futuro. Já sabes o que queres seguir? Já sabes a que universidade te irás candidatar? Já sabes se queres ficar em Portugal? Se não, já sabes para onde queres ir? Sabes o que precisas para qualquer uma das situações?

    Sempre que pensamos sobre a nossa vida, preparamo-nos para surpresas desagradáveis no futuro. E, se eu pudesse voltar atrás no tempo e mudar um aspeto do meu percurso académico, aprofundava mais a pesquisa que fiz de cursos e universidades…

    Todavia, isto é de estranhar. Por que razão estou a falar de universidades a uma pessoa que, provavelmente, só se terá de preocupar com tais assuntos daqui a um par de anos? Eu explico!

    Advertisements

    Quero que aproveites esta “quarentena” para te descobrir. Experimenta coisas novas. Novos hobbies ou passatempos. Aprofunda hobbies que já tenhas. Tudo isto são ótimas maneiras de te descobrir, e, consequentemente, de construíres o teu futuro. Se souberes em que é que és bom, mau, mediano e em que é que gostarás ou não de investir o teu tempo saberás, mais facilmente, escolher um percurso académico (ou profissional) adequado a ti.

    Por isso, a tua missão é a seguinte: descobre-te. Descobre ou aprofunda paixões. Isso ajudar-te-á na vida presente em termos psicológicos (porque te distrairá numa altura em que vivemos tão preocupados), mas também facilitará a tua vida futura, em todas as suas vertentes.

    «[No nosso processo de candidaturas] Contamos com professores, conselheiros e ex-alunos para partilhar connosco informações sobre a força de caráter de um candidato»

    – Harvard University

    Clarificando os critérios que utilizam para aceitar candidatos, a icónica Universidade de Harvard prova que a completude de uma pessoa, as suas paixões e motivações, por vezes, são mais valorosas do que o seu percurso e aproveitamento académico.

    9º Ano

    Se, por ventura, algum aluno de 9º ano estiver a ler isto, saberá que não nos esquecemos de ninguém.

    Pois é! Neste confinamento, também temos uma ideia para ti.

    Sem ser rever alguma matéria de forma a te preparares para o Exame Nacional, o que te sugerimos? Sugerimos que olhes mais à frente. Pensa no que vem depois. Pensa no Ensino Secundário. Felizmente, o Estado providencia um ensino fundamental de 12 anos, 9 dos quais já concluíste (ou estás prestes a concluir). Faltam os outros 3. Esta reta final da tua vida escolar está, agora, na tua mão. Deste modo, deves refletir sobre o que vais fazer com esse poder.

    Vais ignorá-lo? Negligenciá-lo? Deitar tudo a perder? Ou vais, por outro lado, aproveitá-lo ao máximo? Usá-lo em teu favor?

    Advertisements

    Assim, sugerimos que penses na tua vida do secundário. Vês-te a ingressar na Universidade? Então pensa num curso científico-humanístico. Vês-te a entrar no mercado de trabalho assim que o Ensino Obrigatório terminar? Então pensa num curso mais prático, que, por ignorância, não sei ao certo os que há. Mas as hipóteses não são só duas. Dentro dos cursos científico-humanísticos podes querer desenvolver o teu amor por “Línguas e Humanidades”, por “Ciências e Tecnologias” ou por “Artes Visuais”. Ou melhor, podes querer entrar no melhor curso do ensino secundário português: o Curso de Ciências Socioeconómicas!

    E dentro dos cursos mais práticos tens opções variadíssimas visto que a oferta formativa varia muito de escola para escola. Por isso, quando tiveres oportunidade, pesquisa e reflete sobre o teu futuro. E quem diria? Deram-te (de mão beijada) 15 dias de férias! Ótima altura para pensares na tua próxima etapa com estudante.

    Neste confinamento, acima de tudo, diverte-te. Traz alegria para a ti e para a tua família. Todos merecemos ser felizes. Mais, todos precisamos de alegria numa altura tão negra como esta que estamos a passar.

    Photo by fauxels on Pexels.com